Educação e conteúdos
O que é um token?

Muito se fala em tokens no universo cripto, mas nem sempre está muito claro o que são e o que eles representam. Ao contrário do que muitos pensam, um token não é apenas uma criptomoeda: ele é uma representação digital de valor registrada em blockchain, capaz de simbolizar desde ativos financeiros até bens do mundo real. Mas afinal, o que é um Token? De forma simples, um token pode ser entendido como uma unidade digital que concede acesso, representa direitos ou simboliza um ativo do mundo físico. O segredo da tokenização é parecido com registrar seu ingresso de cinema em uma blockchain — uma tecnologia segura, transparente e auditável. Isso garante que você não fique preso a apenas uma sala de cinema: com o ingresso tokenizado, é possível resgatar o direito de assistir ao filme em qualquer cinema da mesma rede. E o melhor: diferente de um ingresso físico, que perde valor após o uso ou expira, o ingresso tokenizado pode até valorizar. Imagine um filme de estreia muito esperado — a demanda pelos ingressos aumenta, e o seu token pode ser negociado em um mercado global, permitindo não apenas o uso, mas também a venda com potencial de ganho. Mas porque isto importa? - Para iniciantes: é a chance de começar pequeno, com clareza e segurança, comprando frações de ativos antes inacessíveis. - Para investidores experientes: o token representa diversificação, liquidez e inovação, abrindo portas para ativos globais antes restritos a poucos. O futuro dos investimentos não é distante — ele já está acontecendo agora. Invista com a gente.
Uma analogia útil é pensar em um ingresso de cinema: ele não é o filme em si, mas garante ao portador o direito de assistir à sessão. Da mesma forma, um token não é o ativo físico, mas a sua representação digital que permite ou concede direitos. Se o token estiver atrelado a um bem real, se esse bem valorizar, o token também pode passar a valer mais.
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O que é blockchain

Nos últimos anos, poucas tecnologias chamaram tanta atenção quanto a blockchain. Presente em debates sobre o futuro das finanças, da saúde, da logística e até da arte digital, ela é apontada como uma das inovações mais promissoras da era digital. Mas afinal, o que é blockchain e como funciona na prática? O que é Blockchain? Em termos simples, blockchain é um livro-razão digital: um registro público, descentralizado e imutável de informações. Imagine um caderno que, em vez de ficar guardado com uma só pessoa, é copiado e mantido por milhares de computadores ao redor do mundo. Cada nova transação ou informação é adicionada como um “bloco” conectado aos anteriores, formando uma cadeia segura e transparente. O grande diferencial está em três pontos: - Segurança: uma vez registrado, o dado não pode ser alterado sem que toda a rede perceba. - Transparência: qualquer participante pode verificar as transações. - Descentralização: não há uma única autoridade controlando tudo; a confiança é distribuída entre os participantes da rede. Para investidores, isso abre caminho para aplicações como tokens, contratos inteligentes e ativos digitais que podem trazer mais eficiência, liquidez e novas formas de diversificação. Ao mesmo tempo, é importante lembrar que a tecnologia ainda está em evolução e, como todo mercado emergente, exige atenção aos riscos e à regulação. O futuro dos investimentos não é distante — ele já está acontecendo agora. Invista com a gente.
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O que é tokenização ?

Tokenização é o processo de converter direitos sobre um ativo — físico ou intangível — em tokens digitais registrados em uma blockchain. Esses tokens funcionam como unidades de valor/direito que podem ser transferidas, fracionadas e gerenciadas de forma eficiente e transparente. Como funciona, em 4 passos: 1. Definir o ativo e o direito: propriedade, fração, recebível, royalty, acesso. 2. Estruturar juridicamente e operar o lastro: contratos, custódia, compliance. 3. Emitir o token na blockchain: criar o smart contract e suas regras (emissão, transferência, proventos). 4. Distribuir e manter: venda/transferência, pagamentos programados, governança e auditorias. Benefícios para investidores - Entrada fracionada em ativos de alto valor. - Transparência e rastreabilidade do histórico e das transações. - Potencial de liquidez via mercados secundários. Benefícios para emissores - Captação mais ágil e digital. - Automação de proventos e governança. - Acesso a novos públicos com eficiência operacional. Em uma frase: a tokenização é a ponte entre o mundo real e a infraestrutura digital da blockchain — um jeito moderno de emitir, gerir e negociar direitos sobre ativos. O futuro dos investimentos não é distante — ele já está acontecendo agora. Invista com a gente.
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O que pode ser Tokenizado?

Quando falamos em “tokenizar”, estamos transformando direitos sobre um ativo em unidades digitais registradas em uma blockchain. Pense nos tokens como “ingressos digitais” que representam valor ou direitos — por exemplo, a fração de um imóvel, a participação em uma empresa ou o direito a receber um fluxo futuro de pagamentos. O token não é o ativo físico em si, mas o seu espelho digital com regras claras. Exemplos práticos: 1. Imóveis e projetos imobiliários: frações de unidades, cotas de SPE, distribuição de proventos. 2. Recebíveis e direitos creditórios: parcelas de contratos, aluguéis futuros, duplicatas. 3. Participações societárias (equity): cotas/ações com regras de governança programadas. 4. Ativos reais e colecionáveis: obras de arte, metais, commodities, equipamentos. 5. Intangíveis e fluxos de receita: royalties de música, patentes, créditos de carbono/energia. 6. Acesso e utilidade: programas de fidelidade, memberships, créditos de serviço. Por que isso importa? - Acesso fracionado: entradas menores em ativos antes restritos. - Liquidez potencial: negociação mais ágil, inclusive em mercados secundários. - Transparência e rastreabilidade: registro público e imutável das transações. - Automação de regras: proventos e governança via smart contracts. Pontos de atenção: - Lastro e direitos: o que exatamente o token representa? - Governança e compliance: regras claras, KYC/KYB/AML, auditorias. - Custódia e operações: quem guarda o ativo e como ocorrem resgates/pagamentos? - Liquidez real: onde e como negociar a saída? Em resumo: praticamente qualquer ativo com valor econômico e documentação bem definida pode ser tokenizado — desde que o arranjo jurídico, operacional e tecnológico seja sólido. O futuro dos investimentos não é distante — ele já está acontecendo agora. Invista com a gente.
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Investimento imobiliário: como funciona, tipos, riscos e retornos

O investimento imobiliário é uma das formas mais tradicionais de construção de patrimônio no longo prazo. Mesmo assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como funciona, quais são os riscos, quanto rende e se ainda vale a pena investir em imóveis. Neste artigo, você vai entender os principais conceitos para tomar decisões mais conscientes. O que é investimento imobiliário? Investimento imobiliário é a aplicação de capital em ativos ligados ao mercado de imóveis com o objetivo de gerar renda, valorização ou ambos. Diferente da compra para uso próprio, ele tem como foco: retorno financeiro, preservação de patrimônio, previsibilidade ao longo do tempo. O investimento pode ser feito tanto por meio da compra direta de imóveis quanto via estruturas de investimento imobiliário, como projetos organizados e profissionais. Como funciona o investimento imobiliário? Na prática, o investimento imobiliário se baseia em três pilares: Aporte de capital em um imóvel ou projeto Geração de valor, por meio de renda, lucro ou valorização Retorno no tempo, com foco em médio e longo prazo Por isso, o tempo é um dos maiores aliados desse tipo de investimento. Principais tipos de investimento imobiliário 🏠 Compra direta de imóveis Modelo mais conhecido, com foco em aluguel ou revenda. Pontos positivos: ativo real e controle direto 🏗️ Projetos imobiliários estruturados Participação em empreendimentos como incorporações ou desenvolvimentos, geralmente via SPEs. Vantagens: gestão profissional, diluição de risco e escala 🧱 Fundos e estruturas coletivas Permitem investir no setor imobiliário sem adquirir um imóvel diretamente. Vantagens: menor ticket e diversificação Investimento imobiliário é seguro? O investimento imobiliário pode ser considerado seguro quando bem estruturado, mas não é isento de riscos. A segurança está ligada a fatores como: qualidade do ativo, localização, contratos, estrutura jurídica e governança. Mais importante do que o imóvel em si é a forma como o investimento é estruturado. Quais são os principais riscos? Os principais riscos do investimento imobiliário incluem: risco de mercado (juros e demanda), risco de liquidez, risco de execução em projetos, risco jurídico. Esses riscos podem ser mitigados com análise criteriosa, boas estruturas e visão de longo prazo. Quanto rende um investimento imobiliário? A rentabilidade varia conforme: tipo de imóvel, estratégia adotada, localização, prazo do investimento. Investidores experientes analisam menos a rentabilidade anual isolada e mais: retorno total, previsibilidade, proteção contra inflação, consistência ao longo do tempo. Investimento imobiliário vale a pena hoje? Mesmo em cenários de juros altos, o investimento imobiliário continua fazendo sentido para quem: pensa no longo prazo, busca proteção patrimonial, valoriza previsibilidade. Imóveis bem localizados e projetos bem estruturados tendem a atravessar ciclos econômicos com mais resiliência. Imobiliário é renda fixa ou renda variável? Tecnicamente, não é renda fixa. Porém, quando bem estruturado, pode oferecer fluxos previsíveis, sendo usado como base de portfólio e complemento à renda fixa. Conclusão O investimento imobiliário segue sendo uma ferramenta sólida para construção de patrimônio no longo prazo. Entender os tipos, riscos e o papel do tempo é essencial para investir com mais segurança e consistência.
Pontos de atenção: alto capital inicial, baixa liquidez e gestão
Atenção: volatilidade e dependência da gestão
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Imóvel ou renda fixa: qual investimento vale mais a pena?

Imóvel ou renda fixa: qual investimento vale mais a pena? Na hora de investir, uma dúvida comum é escolher entre imóveis ou renda fixa. Com juros altos, muitos se perguntam se ainda faz sentido investir em imóveis ou se a renda fixa é a melhor alternativa. A resposta não é única. Cada classe tem um papel diferente dentro de uma estratégia de longo prazo. O que é renda fixa? Renda fixa é um investimento em que as regras de remuneração são conhecidas no momento da aplicação, como: Tesouro Direto CDBs LCIs e LCAs Ela oferece previsibilidade, principalmente no curto prazo, e costuma ser usada para liquidez e proteção em cenários de incerteza. O que é investimento imobiliário? O investimento imobiliário envolve a aplicação de capital em ativos ligados ao mercado de imóveis, com foco em: geração de renda, valorização patrimonial, preservação de valor no longo prazo. Pode ocorrer tanto pela compra direta de imóveis quanto por meio de estruturas imobiliárias organizadas, como projetos e empreendimentos. Risco: imóvel x renda fixa Apesar de ser vista como mais segura, a renda fixa também envolve riscos, como crédito, inflação e reinvestimento. No imobiliário, os principais riscos estão ligados à liquidez, execução e mercado. A principal diferença é o lastro real: imóveis são ativos físicos que tendem a preservar valor ao longo do tempo quando bem localizados e estruturados. Rentabilidade e prazo No curto prazo, a renda fixa tende a ser mais previsível, especialmente em períodos de juros elevados. No longo prazo, o investimento imobiliário costuma se destacar por: valorização do ativo, correção de aluguéis, proteção contra inflação, retorno acumulado ao longo do tempo. Por isso, investidores experientes olham além da rentabilidade anual isolada. Liquidez e proteção contra inflação A renda fixa oferece maior liquidez, permitindo acesso rápido ao capital. Já o investimento imobiliário possui liquidez menor, sendo mais indicado para recursos de longo prazo. Em relação à inflação, o imobiliário historicamente apresenta maior capacidade de preservar o poder de compra, enquanto a renda fixa só protege quando o rendimento real é positivo. Qual escolher? Em vez de escolher entre imóvel ou renda fixa, muitos investidores utilizam as duas de forma complementar. Conclusão A decisão entre imóvel ou renda fixa depende do horizonte de investimento e dos objetivos financeiros. Para quem pensa no longo prazo, o investimento imobiliário segue sendo uma ferramenta relevante de preservação e crescimento patrimonial, mesmo em cenários de juros elevados.
A renda fixa traz estabilidade e liquidez; o imobiliário atua como base patrimonial e proteção no longo prazo.
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A parceria inovadora que amplia o acesso ao mercado imobiliário

Parkside e Fraxy unem modelos inovadores de empreendedorismo imobiliário e arquitetura financeira O mercado imobiliário brasileiro sempre foi concentrado. Grandes ativos, altos tickets de entrada e acesso restrito a poucos investidores. Esse modelo começa a mudar quando incorporadoras inovadoras encontram soluções estruturadas que ampliam o acesso sem abrir mão de governança e segurança. Foi exatamente isso que aconteceu na parceria entre Parkside e Fraxy. De um lado, uma incorporadora com visão internacional e modelo diferenciado de produto. Do outro, uma gestora especializada em estruturação e distribuição de investimentos imobiliários com base tecnológica. O resultado é mais do que uma operação. É um marco. Uma incorporadora com visão internacional A Parkside nasceu com uma proposta diferente dentro do mercado brasileiro. Inspirada em modelos internacionais, especialmente nos Estados Unidos, estruturou empreendimentos pensados para locação. Os apartamentos são entregues 100% prontos para morar: mobiliados, equipados e preparados para locação. O objetivo é facilitar a vida de quem investe e busca renda com gestão profissional do ativo. Além disso, a própria incorporadora oferece a gestão da locação, cuidando da operação de ponta a ponta. É um conceito que reduz fricções e profissionaliza a experiência do investidor imobiliário. Com histórico consistente de entregas e atuação em Florianópolis, cidade reconhecida por seu ecossistema de tecnologia e inovação, a Parkside já carrega em seu DNA a busca por modelos mais eficientes e alinhados ao mercado global. O primeiro case Parkside com estrutura Fraxy Um novo empreendimento Parkside na Trindade marcou o início de uma nova etapa. Pela primeira vez, um grupo de investidores teve acesso a um estúdio no empreendimento com ticket menor, por meio de uma estrutura organizada pela Fraxy. Sem essa modelagem, o acesso ao ativo permaneceria restrito a quem tivesse capital integral para aquisição individual da unidade. A Fraxy estruturou a operação jurídica e financeira, organizou a oferta dentro de um grupo qualificado de investidores e acompanhou a implementação do investimento por meio de sua plataforma própria, com uso de tecnologia, blockchain e tokenização. Esse primeiro case consolida: - novo modelo de captação de recursos para incorporadoras. - democratização do investimento imobiliário com um novo jeito de investir e construir patrimônio; - investimento 100% digital com segurança jurídica, uso de tecnologia, e muito fácil. Não se trata de oferta pública ampla, mas de um grupo de investidores que, com estrutura adequada, conseguiu participar de um ativo antes inacessível para esse perfil. Mais sobre a Fraxy A Fraxy é uma gestora de investimentos imobiliários em projetos selecionados. Seu foco está na estruturação, organização e acompanhamento de operações que conectam empreendedores e investidores com base em governança, transparência e alinhamento de interesses. A atuação da empresa se divide em quatro frentes principais: estruturação jurídica e financeira de operações imobiliárias; organização da oferta para grupos qualificados de investidores; distribuição estratégica dentro de um ecossistema próprio, e a gestão do investimento junto às incorporadoras A Fraxy entrega arquitetura financeira, inteligência de mercado e segurança regulatória. A tokenização é um instrumento. A gestão ativa do investimento é o diferencial. O investidor escolhe o projeto, participa como sócio da estrutura e conta com acompanhamento profissional ao longo do ciclo do empreendimento. Um novo jeito de investir no mercado imobiliário O mercado brasileiro já conhece instrumentos como CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários), LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e FII (Fundo de Investimento Imobiliário). O modelo estruturado pela Fraxy não substitui esses produtos. Ele complementa. Trata-se de investimento direto em projeto específico, com estrutura societária organizada, governança definida e acompanhamento ativo junto à incorporadora. Isso amplia o leque de opções do investidor e cria um novo canal de captação para desenvolvedores que desejam diversificar suas fontes de funding. Foi esta inovação que permitiu que um grupo seleto de investidores acessasse uma unidade em um empreendimento Parkside na Trindade, alinhado com tendências globais de locação e moradia compacta. Democratização com responsabilidade Democratizar não é simplificar de forma irresponsável. É estruturar. A Fraxy amplia o acesso ao investimento imobiliário com tickets menores, mas mantém análise técnica rigorosa, estrutura jurídica adequada e critérios claros de governança. O case com a Parkside mostra que é possível abrir o mercado e preservar padrão elevado de qualidade. “O mercado imobiliário brasileiro sempre concentrou grandes oportunidades em poucos investidores. Acreditamos que a próxima evolução do setor é o acesso estruturado e digital à economia real. Nosso primeiro case valida essa visão ao mostrar que é possível ampliar a participação com disciplina, transparência e foco no longo prazo. O acesso é a próxima revolução do mercado imobiliário e ela já começou”, observa Gabriel Domingos, CEO e co-fundador da Fraxy. Um novo ciclo para o mercado imobiliário O primeiro case da Parkside com a estrutura da Fraxy representa muito mais que uma operação bem-sucedida. É também um indicativo claro de evolução: incorporadoras inovadoras buscando novos formatos de captação, investidores buscando ativos reais com mais eficiência e tecnologia viabilizando a conexão direta, com governança. A parceria entre Parkside e Fraxy mostra que é possível ampliar o mercado imobiliário brasileiro com estratégia, tecnologia e responsabilidade. O mercado está mudando. E os modelos que unem empreendedorismo imobiliário e arquitetura financeira estruturada tendem a liderar esse novo ciclo.
“A Parkside nasceu com a proposta de desenvolver um produto imobiliário mais aderente às transformações do mercado e ao novo comportamento de moradia e investimento. Encontrar na Fraxy uma estrutura capaz de ampliar o acesso a esse tipo de ativo, com organização, segurança e governança, reforça nossa visão de inovação aplicada ao setor e abre espaço para novas possibilidades de crescimento”, afirma Alexandre Muller, co-fundador e CEO da Parkside.
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Quanto custa não investir por 10 anos? A conta que ninguém faz por você

Você já parou para calcular o que perdeu não por investir errado, mas por simplesmente não investir? A maioria das pessoas evita essa conta. Ela é desconfortável. Mas é exatamente ela que separa quem constrói patrimônio de quem sempre vai começar semana que vem. Este artigo não é julgamento. É matemática. E a matemática é mais direta que qualquer conselho financeiro. O cenário: R$ 200 por mês durante 10 anos Vamos usar um número conservador: R$ 200 por mês , menos de R$ 7 por dia. O equivalente a dois cafés e um lanche. Em 10 anos, você teria depositado R$ 24.000 do próprio bolso. Mas o que acontece com esse dinheiro depende inteiramente de onde ele vai parar. A diferença não está em quanto você ganha. Está em o que você faz com o que já ganha. A simulação: três destinos para o mesmo dinheiro Os números abaixo usam dados reais de 2026 , Selic a 14,75%, IPCA projetado em 4,36%. O título digital imobiliário da Fraxy é isento de Imposto de Renda, o que muda significativamente a comparação em prazos mais longos: O efeito do IR que quase ninguém calcula A isenção de IR faz uma diferença muito maior do que parece. No CDB, mesmo com alíquota reduzida de 15% após 2 anos, você entrega ao governo uma fatia relevante de todo o rendimento acumulado em 10 anos. No título digital imobiliário da Fraxy, a rentabilidade apresentada é isenta de IR. Isso significa que 100% do retorno fica no seu bolso sem desconto na hora do resgate. Em um prazo de 10 anos, com rendimentos maiores, essa diferença pode representar dezenas de milhares de reais que ficam com você em vez de ir para o fisco. Isenção de IR não é detalhe. Em 10 anos, ela pode valer mais do que o próprio rendimento do CDB. O custo invisível: a inflação corroendo quem fica parado R$ 24.000 em conta corrente hoje valem, em poder de compra, aproximadamente R$ 15.600 em 10 anos com IPCA projetado em 4,36% ao ano. Quem "não perde" na verdade perde 35% do poder de compra sem fazer nada. Esse é o custo real de não investir. Não é só o ganho que você deixou de ter , é o patrimônio que você ativamente perdeu enquanto o dinheiro ficava parado. Ficar parado não é neutro. Em termos reais, é uma decisão de perder dinheiro devagar. Por que tanta gente ainda não começou? Nas conversas com investidores que chegam à Fraxy, três razões aparecem o tempo todo: "Não tenho dinheiro suficiente" , a barreira de entrada parece alta porque o mercado financeiro tradicional a construiu assim. "É muita burocracia" , abrir conta em corretora, entender produtos, escolher o ativo. Para quem nunca fez, parece montanha. "Vou começar quando tiver mais segurança" e a segurança nunca chega, porque ela só vem depois de começar. Cada mês de espera tem um preço. E esse preço aumenta conforme os juros caem porque a janela de capturar 14,75% na renda fixa está se fechando. O que muda quando você começa com R$ 500 A Fraxy foi construída exatamente para remover essas barreiras. Você compra uma fração digital , registrada em blockchain e auditável, de um imóvel com escritura e matrícula. O retorno descolado da Selic e isento de IR. E pode começar hoje. Não é promessa de enriquecimento rápido. É a mesma lógica do imóvel de sempre valorização real, proteção patrimonial em um formato acessível para quem não tem R$ 300.000 para dar entrada em um apartamento. O melhor momento para começar foi há 10 anos. O segundo melhor momento é agora. Este artigo tem caráter educativo e não constitui recomendação de investimento. Todo investimento envolve riscos. Títulos digitais imobiliários são isentos de IR para pessoa física conforme legislação vigente. Rentabilidade passada não garante retorno futuro. Consulte um assessor antes de tomar decisões financeiras. Fraxy Invest · fraxy.io · @fraxyinvest
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Como escolhermos os projetos imobilários

Não é qualquer projeto! A pergunta que importa é: qual projeto? Escolhido como? Por quem? Com que critério? É essa transparência que separa uma plataforma séria de um produto de marketing bonito. E é exatamente ela que este artigo entrega , o processo real de curadoria da Fraxy, sem filtro de relações públicas. Por que a seleção do projeto é o ponto mais crítico da operação Quando você investe em projeto na plataforma da Fraxy, o que você está investindo, na prática, é a capacidade daquele projeto de gerar retorno. Não é um ativo virtual. É uma fração de uma participação em um projeto imobiliário real, com localização real, registro de incorporação , incorporadora , construtora , viabilidade financeira de execução e potencial real de valorização. O funil de seleção: o que entra, o que sai Para cada imóvel que chega à plataforma, dezenas passaram por triagem e foram descartados. O processo tem quatro etapas: A equipe recebe propostas de proprietários, incorporadoras e parceiros imobiliários. O primeiro filtro é geográfico e de perfil: mercados com liquidez comprovada, imóveis com histórico de ocupação ou demanda documentada. Imóveis em municípios sem dados de mercado confiáveis são descartados nessa fase. Cada imóvel passa por avaliação de valor de mercado independente, estudo de comparáveis na região (imóveis similares vendidos nos últimos 12 meses), análise de fluxo de caixa projetado com premissas conservadoras, e mapeamento de riscos jurídicos — matrícula, pendências, histórico de litígios. Um escritório jurídico independente verifica a cadeia dominial do imóvel, irregularidades de documentação, ônus e gravames. Só depois de aprovado por todas as etapas anteriores o imóvel vai para estruturação com inclusão de garantias para mitigar riscos da operação. É aqui que se define o valor da oferta, o número de cotas, e as condições de distribuição de rendimento. Nenhum imóvel entra na plataforma por indicação, pressão comercial ou prazo. O processo é sequencial e eliminatório. O que a Fraxy recusa e por que isso importa para o investidor Tão importante quanto o que entra é o que fica de fora. Alguns critérios de descarte: Imóvel com documentação irregular ou pendências não resolvidas , risco jurídico que o investidor assumiria sem saber. Imóvel em mercados sem liquidez comprovada , dificuldade de saída no futuro, mesmo que o retorno projetado seja atrativo. Imóvel com retorno projetado dependente de premissas otimistas , a Fraxy usa premissas conservadoras; se o número só fecha no cenário ideal, não passa. Imóvel cuja incorporadora não aceita auditoria independente , transparência é pré-requisito, não opção. Como a infraestrutura da Fraxy entra nesse processo Depois que o projeto é aprovado para distribuição, é realizado a digitalização dos contratos e das cotas de participação com uso de da tecnologia Blockchain. Isso cria um registro imutável de quem possui qual fração e auditável por qualquer pessoa a qualquer momento. Na prática, isso significa que a Fraxy não pode simplesmente mudar as regras do investimento depois que as cotas foram emitidas. Os termos estão gravados no contrato inteligente e o investidor pode verificar isso independentemente. Uso de tecnologia que ninguém , nem a própria Fraxy pode apagar ou alterar unilateralmente. Transparência em todo o processo A maioria das plataformas de investimento te mostra o retorno projetado. A Fraxy quer te mostrar também o processo que gerou esse número. Não porque somos perfeitos, somos uma empresa nova e aprendemos a cada captação. Mas porque acreditamos que investidor informado é um investidor que fica. E é isso que queremos construir: uma comunidade de investidores que entende o que tem, não só quanto vai receber. Este artigo tem caráter educativo e não constitui recomendação de investimento. Todo investimento envolve riscos. Consulte um assessor antes de tomar decisões financeiras. Fraxy Invest · fraxy.io · @fraxyinvest
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5 mitos sobre investimento em projetos imobiliários e a verdade por trás de cada um

Existe um tipo de investidor que pesquisa, compara, entende a lógica e mesmo assim não investe. Não é falta de interesse. É que, no caminho, ele esbarrou em alguma crença que ficou travada. Investir em participação de projetos imobiliários ainda carrega uma série de mal-entendidos. Alguns vieram do mercado de criptomoedas. Outros vieram de quem não entendeu direito o produto. E tem os que surgiram simplesmente porque é algo relativamente novo no Brasil. A intenção deste artigo é simples: pegar os cinco mitos mais comuns e responder de forma direta, sem enrolação. Mito 1: "Isso é coisa de cripto" Esse é o mais comum e faz sentido existir. Nos últimos anos, muita coisa no universo digital foi misturada com criptomoedas, e a desconfiança é legítima. Mas há uma diferença fundamental: o que você está adquirindo aqui não é uma criptomoeda. É uma cota de participação em um projeto imobiliário real. Um empreendimento com CNPJ, terreno registrado, incorporadora responsável e due diligence realizado antes de qualquer captação. A tecnologia digital é usada para registrar e organizar essas cotas — assim como um sistema bancário registra uma transferência. O meio é digital. O ativo é físico. Isso não é cripto. É imóvel. Mito 2: "Não sei se é seguro" A dúvida sobre segurança é saudável. Todo investidor deveria fazê-la. No caso da Fraxy, a estrutura funciona da seguinte forma: cada projeto é constituído por uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), que é a pessoa jurídica responsável pelo empreendimento. O investidor adquire cotas nessa SPE , o que significa participação direta no projeto, com respaldo jurídico real. Antes de qualquer projeto chegar até o investidor, a Fraxy realiza um processo de due diligence: análise do terreno, da incorporadora, da viabilidade do empreendimento e da estrutura jurídica envolvida. Nenhum projeto que não passe por esse filtro é ofertado na plataforma. Isso não elimina riscos , nenhum investimento elimina. Mas a base sobre a qual você investe é sólida, auditável e documentada. Mito 3: "Posso resgatar quando quiser?" Não , e isso precisa ficar claro desde o início. A participação em um projeto imobiliário não funciona como um CDB ou uma conta de liquidez diária. O retorno está atrelado ao ciclo do projeto: a valorização do metro quadrado ao longo das fases de desenvolvimento e, ao final, a venda das unidades. O que existe é liquidez superior à do imóvel físico. Quando você compra um apartamento, levá-lo ao mercado pode demorar meses ou anos. No modelo de cotas estruturadas pela Fraxy, as condições de saída são mais claras e os prazos, definidos desde o início. Mas é investimento com prazo. Quem busca resgate imediato deve olhar para outros produtos. Quem pensa em construção de patrimônio no médio e longo prazo, esse modelo faz sentido. Mito 4: "O retorno é garantido?" Não existe retorno garantido em nenhum investimento de renda variável e qualquer plataforma que afirme o contrário merece desconfiança imediata. O retorno da participação em projetos imobiliários é projetado, com base em premissas reais: histórico de valorização do metro quadrado na região, fase de entrada no projeto, análise da incorporadora e condições do mercado. A Fraxy apresenta essas premissas de forma aberta. O investidor tem acesso à memória de cálculo, não apenas ao número final. Isso é o que diferencia projeção séria de promessa vazia. O que pode ser dito com segurança é que o retorno não depende da Selic. Enquanto a renda fixa está atrelada à taxa básica de juros e vai render cada vez menos à medida que a Selic cai, a valorização de um projeto imobiliário bem selecionado tem dinâmica própria. Mito 5: "É muito complicado para mim" Esse talvez seja o mais injusto dos cinco — porque esse mito afasta justamente quem mais teria a ganhar com a diversificação. Durante décadas, investir em imóveis exigiu capital alto, tempo para negociar, cartório, escritura, ITBI, financiamento, e depois ainda a gestão do bem. Isso sim era complicado. O modelo de cotas em projetos imobiliários foi desenhado para remover essas barreiras. Você não precisa dar entrada em um imóvel, negociar com construtora, lidar com burocracia ou gerenciar nada. Você entra no projeto, acompanha o desenvolvimento pela plataforma e recebe sua participação no resultado. A Fraxy cuida da estruturação, da due diligence e da relação com a incorporadora. O investidor fica com o que importa: a exposição ao ativo imobiliário, com capital a partir de R$ 1.000. O que fica depois de desmontados os mitos Investimento em participação de projetos imobiliários não é para todo perfil. Tem prazo, tem risco, tem especificidades que cada investidor precisa avaliar com cuidado. Mas os cinco mitos acima não são razões reais para ficar de fora. São ruídos que vieram de um mercado ainda em formação no Brasil e que tendem a desaparecer à medida que mais investidores entendem o produto de verdade. Se você chegou até aqui, já está alguns passos à frente. O próximo é simples. Entre em contato conosco em fraxy.io, e um especialista te dará todo o suporte.
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