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O que é um token?

O que é um token?

Muito se fala em tokens no universo cripto, mas nem sempre está muito claro o que são e o que eles representam. Ao contrário do que muitos pensam, um token não é apenas uma criptomoeda: ele é uma representação digital de valor registrada em blockchain, capaz de simbolizar desde ativos financeiros até bens do mundo real.

Mas afinal, o que é um Token?

De forma simples, um token pode ser entendido como uma unidade digital que concede acesso, representa direitos ou simboliza um ativo do mundo físico.
Uma analogia útil é pensar em um ingresso de cinema: ele não é o filme em si, mas garante ao portador o direito de assistir à sessão. Da mesma forma, um token não é o ativo físico, mas a sua representação digital que permite ou concede direitos. Se o token estiver atrelado a um bem real, se esse bem valorizar, o token também pode passar a valer mais.

O segredo da tokenização é parecido com registrar seu ingresso de cinema em uma blockchain — uma tecnologia segura, transparente e auditável. Isso garante que você não fique preso a apenas uma sala de cinema: com o ingresso tokenizado, é possível resgatar o direito de assistir ao filme em qualquer cinema da mesma rede.

E o melhor: diferente de um ingresso físico, que perde valor após o uso ou expira, o ingresso tokenizado pode até valorizar. Imagine um filme de estreia muito esperado — a demanda pelos ingressos aumenta, e o seu token pode ser negociado em um mercado global, permitindo não apenas o uso, mas também a venda com potencial de ganho.

Mas porque isto importa?

               - Para iniciantes: é a chance de começar pequeno, com clareza e segurança, comprando frações de ativos antes inacessíveis.

               - Para investidores experientes: o token representa diversificação, liquidez e inovação, abrindo portas para ativos globais antes restritos a poucos.

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O que é blockchain

O que é blockchain

Nos últimos anos, poucas tecnologias chamaram tanta atenção quanto a blockchain. Presente em debates sobre o futuro das finanças, da saúde, da logística e até da arte digital, ela é apontada como uma das inovações mais promissoras da era digital. Mas afinal, o que é blockchain e como funciona na prática?

O que é Blockchain?

Em termos simples, blockchain é um livro-razão digital: um registro público, descentralizado e imutável de informações. Imagine um caderno que, em vez de ficar guardado com uma só pessoa, é copiado e mantido por milhares de computadores ao redor do mundo. Cada nova transação ou informação é adicionada como um “bloco” conectado aos anteriores, formando uma cadeia segura e transparente.

O grande diferencial está em três pontos:

  • - Segurança: uma vez registrado, o dado não pode ser alterado sem que toda a rede perceba.

  • - Transparência: qualquer participante pode verificar as transações.

  • - Descentralização: não há uma única autoridade controlando tudo; a confiança é distribuída entre os participantes da rede.

Para investidores, isso abre caminho para aplicações como tokens, contratos inteligentes e ativos digitais que podem trazer mais eficiência, liquidez e novas formas de diversificação.

Ao mesmo tempo, é importante lembrar que a tecnologia ainda está em evolução e, como todo mercado emergente, exige atenção aos riscos e à regulação.

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O que é tokenização ?

O que é tokenização ?

Tokenização é o processo de converter direitos sobre um ativo — físico ou intangível — em tokens digitais registrados em uma blockchain. Esses tokens funcionam como unidades de valor/direito que podem ser transferidas, fracionadas e gerenciadas de forma eficiente e transparente.

Como funciona, em 4 passos:

  1. 1. Definir o ativo e o direito: propriedade, fração, recebível, royalty, acesso.

  2. 2. Estruturar juridicamente e operar o lastro: contratos, custódia, compliance.

  3. 3. Emitir o token na blockchain: criar o smart contract e suas regras (emissão, transferência, proventos).

  4. 4. Distribuir e manter: venda/transferência, pagamentos programados, governança e auditorias.

Benefícios para investidores

  • - Entrada fracionada em ativos de alto valor.

  • - Transparência e rastreabilidade do histórico e das transações.

  • - Potencial de liquidez via mercados secundários.

Benefícios para emissores

  • - Captação mais ágil e digital.

  • - Automação de proventos e governança.

  • - Acesso a novos públicos com eficiência operacional.

Em uma frase: a tokenização é a ponte entre o mundo real e a infraestrutura digital da blockchain — um jeito moderno de emitir, gerir e negociar direitos sobre ativos.

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O que pode ser Tokenizado?

O que pode ser Tokenizado?

Quando falamos em “tokenizar”, estamos transformando direitos sobre um ativo em unidades digitais registradas em uma blockchain. Pense nos tokens como “ingressos digitais” que representam valor ou direitos — por exemplo, a fração de um imóvel, a participação em uma empresa ou o direito a receber um fluxo futuro de pagamentos. O token não é o ativo físico em si, mas o seu espelho digital com regras claras.

Exemplos práticos:

  • 1. Imóveis e projetos imobiliários: frações de unidades, cotas de SPE, distribuição de proventos.

  • 2. Recebíveis e direitos creditórios: parcelas de contratos, aluguéis futuros, duplicatas.

  • 3. Participações societárias (equity): cotas/ações com regras de governança programadas.

  • 4. Ativos reais e colecionáveis: obras de arte, metais, commodities, equipamentos.

  • 5. Intangíveis e fluxos de receita: royalties de música, patentes, créditos de carbono/energia.

  • 6. Acesso e utilidade: programas de fidelidade, memberships, créditos de serviço.

Por que isso importa?

  • - Acesso fracionado: entradas menores em ativos antes restritos.

  • - Liquidez potencial: negociação mais ágil, inclusive em mercados secundários.

  • - Transparência e rastreabilidade: registro público e imutável das transações.

  • - Automação de regras: proventos e governança via smart contracts.

Pontos de atenção:

  • - Lastro e direitos: o que exatamente o token representa?

  • - Governança e compliance: regras claras, KYC/KYB/AML, auditorias.

  • - Custódia e operações: quem guarda o ativo e como ocorrem resgates/pagamentos?

  • - Liquidez real: onde e como negociar a saída?

Em resumo: praticamente qualquer ativo com valor econômico e documentação bem definida pode ser tokenizado — desde que o arranjo jurídico, operacional e tecnológico seja sólido.

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Investimento imobiliário: como funciona, tipos, riscos e retornos

Investimento imobiliário: como funciona, tipos, riscos e retornos

O investimento imobiliário é uma das formas mais tradicionais de construção de patrimônio no longo prazo. Mesmo assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como funciona, quais são os riscos, quanto rende e se ainda vale a pena investir em imóveis.

Neste artigo, você vai entender os principais conceitos para tomar decisões mais conscientes.

O que é investimento imobiliário?

Investimento imobiliário é a aplicação de capital em ativos ligados ao mercado de imóveis com o objetivo de gerar renda, valorização ou ambos.

Diferente da compra para uso próprio, ele tem como foco:

  • retorno financeiro,

  • preservação de patrimônio,

  • previsibilidade ao longo do tempo.

O investimento pode ser feito tanto por meio da compra direta de imóveis quanto via estruturas de investimento imobiliário, como projetos organizados e profissionais.

Como funciona o investimento imobiliário?

Na prática, o investimento imobiliário se baseia em três pilares:

  1. Aporte de capital em um imóvel ou projeto

  2. Geração de valor, por meio de renda, lucro ou valorização

  3. Retorno no tempo, com foco em médio e longo prazo

Por isso, o tempo é um dos maiores aliados desse tipo de investimento.

Principais tipos de investimento imobiliário

🏠 Compra direta de imóveis

Modelo mais conhecido, com foco em aluguel ou revenda.

Pontos positivos: ativo real e controle direto
Pontos de atenção: alto capital inicial, baixa liquidez e gestão

🏗️ Projetos imobiliários estruturados

Participação em empreendimentos como incorporações ou desenvolvimentos, geralmente via SPEs.

Vantagens: gestão profissional, diluição de risco e escala

🧱 Fundos e estruturas coletivas

Permitem investir no setor imobiliário sem adquirir um imóvel diretamente.

Vantagens: menor ticket e diversificação
Atenção: volatilidade e dependência da gestão

Investimento imobiliário é seguro?

O investimento imobiliário pode ser considerado seguro quando bem estruturado, mas não é isento de riscos.

A segurança está ligada a fatores como:

  • qualidade do ativo,

  • localização,

  • contratos,

  • estrutura jurídica e governança.

Mais importante do que o imóvel em si é a forma como o investimento é estruturado.

Quais são os principais riscos?

Os principais riscos do investimento imobiliário incluem:

  • risco de mercado (juros e demanda),

  • risco de liquidez,

  • risco de execução em projetos,

  • risco jurídico.

Esses riscos podem ser mitigados com análise criteriosa, boas estruturas e visão de longo prazo.

Quanto rende um investimento imobiliário?

A rentabilidade varia conforme:

  • tipo de imóvel,

  • estratégia adotada,

  • localização,

  • prazo do investimento.

Investidores experientes analisam menos a rentabilidade anual isolada e mais:

  • retorno total,

  • previsibilidade,

  • proteção contra inflação,

  • consistência ao longo do tempo.

Investimento imobiliário vale a pena hoje?

Mesmo em cenários de juros altos, o investimento imobiliário continua fazendo sentido para quem:

  • pensa no longo prazo,

  • busca proteção patrimonial,

  • valoriza previsibilidade.

Imóveis bem localizados e projetos bem estruturados tendem a atravessar ciclos econômicos com mais resiliência.

Imobiliário é renda fixa ou renda variável?

Tecnicamente, não é renda fixa. Porém, quando bem estruturado, pode oferecer fluxos previsíveis, sendo usado como base de portfólio e complemento à renda fixa.

Conclusão

O investimento imobiliário segue sendo uma ferramenta sólida para construção de patrimônio no longo prazo. Entender os tipos, riscos e o papel do tempo é essencial para investir com mais segurança e consistência.

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Imóvel ou renda fixa: qual investimento vale mais a pena?

Imóvel ou renda fixa: qual investimento vale mais a pena?

Imóvel ou renda fixa: qual investimento vale mais a pena?

Na hora de investir, uma dúvida comum é escolher entre imóveis ou renda fixa. Com juros altos, muitos se perguntam se ainda faz sentido investir em imóveis ou se a renda fixa é a melhor alternativa.

A resposta não é única. Cada classe tem um papel diferente dentro de uma estratégia de longo prazo.

O que é renda fixa?

Renda fixa é um investimento em que as regras de remuneração são conhecidas no momento da aplicação, como:

  • Tesouro Direto

  • CDBs

  • LCIs e LCAs

Ela oferece previsibilidade, principalmente no curto prazo, e costuma ser usada para liquidez e proteção em cenários de incerteza.

O que é investimento imobiliário?

O investimento imobiliário envolve a aplicação de capital em ativos ligados ao mercado de imóveis, com foco em:

  • geração de renda,

  • valorização patrimonial,

  • preservação de valor no longo prazo.

Pode ocorrer tanto pela compra direta de imóveis quanto por meio de estruturas imobiliárias organizadas, como projetos e empreendimentos.

Risco: imóvel x renda fixa

Apesar de ser vista como mais segura, a renda fixa também envolve riscos, como crédito, inflação e reinvestimento.

No imobiliário, os principais riscos estão ligados à liquidez, execução e mercado. A principal diferença é o lastro real: imóveis são ativos físicos que tendem a preservar valor ao longo do tempo quando bem localizados e estruturados.

Rentabilidade e prazo

No curto prazo, a renda fixa tende a ser mais previsível, especialmente em períodos de juros elevados.

No longo prazo, o investimento imobiliário costuma se destacar por:

  • valorização do ativo,

  • correção de aluguéis,

  • proteção contra inflação,

  • retorno acumulado ao longo do tempo.

Por isso, investidores experientes olham além da rentabilidade anual isolada.

Liquidez e proteção contra inflação

A renda fixa oferece maior liquidez, permitindo acesso rápido ao capital. Já o investimento imobiliário possui liquidez menor, sendo mais indicado para recursos de longo prazo.

Em relação à inflação, o imobiliário historicamente apresenta maior capacidade de preservar o poder de compra, enquanto a renda fixa só protege quando o rendimento real é positivo.

Qual escolher?

Em vez de escolher entre imóvel ou renda fixa, muitos investidores utilizam as duas de forma complementar.
A renda fixa traz estabilidade e liquidez; o imobiliário atua como base patrimonial e proteção no longo prazo.

Conclusão

A decisão entre imóvel ou renda fixa depende do horizonte de investimento e dos objetivos financeiros. Para quem pensa no longo prazo, o investimento imobiliário segue sendo uma ferramenta relevante de preservação e crescimento patrimonial, mesmo em cenários de juros elevados.

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